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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Gente que não faz

  Auto-controle. Eis o exercício necessário agora. Como acreditar em alguém que fala e não age?
  Não que não se mexa porque este é o foco de alguém assim. Porque pessoas assim agem muito, fazem muito, mas são ações desvinculadas da retórica. O movimeto existe, há muita realização. Tudo 100% desvinculado das frases. O mundo e as pessoas ao redor dele simplesmente flutuam. São entidades translúscidas que não lhe dizem nada.
  Conversar com pessoas deste grupo é ser atravessado por palavras suspeitas e absolutamente superficiais. É ter problemas e angústias que são motivo de desprezo. São pessoas que não se interessam por pessoas, mas somente pelo que elas significam ou lhe podem proporcionar.
  Identificar estas pessoas é fundamental para decidir quando se quer mudar e começar a evoluir. Mas identificar, quase nunca é seguido pelo exato mudar.
  A distância, portanto, é o único espaço comum que deve existir entre quem quer evoluir e quem diz e não faz o que diz.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Veneno humano

O veneno humano existe.
Tem gente que é capaz de envenenar durante uma vida. A gente não percebe e quando se dá conta, está quase morrendo.

Tem gente que tem necessidade de minar as forças dos outros. É uma pena.
Cabe a cada um identificar e e preparar a ampola de soro antigênico para se manter vivo, alerta... e superar.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

De trás pra frente


- Se eu ganhasse uma bolada na Mega Sena eu acertaria a vida de (quase) toda minha família e sumiria do mapa por uns 3 anos, disse-me um amigo dos tempos de faculdade. Essa é uma sentença já bem conhecida. Quase todo mundo um dia já pensou algo assim. Mas um bar e um amigo dos tempos de faculdade quase sempre nos levam a outras conversas. Da Mega Sena, rapidamente passamos ao passado e ao futuro. Com amigos do tempo de faculdade, quase nunca se fala do presente. Estranho isso. Quase nunca mesmo!


- Daqui há 10 anos, o que eu quero mesmo é reduzir essa maldita rotina, dizia ele. Outro clichê em mesa de bar com amigo do tempo de faculdade. E é incrível como estas frases repetidas tantas vezes, continuam nos dando esperanças. O fato é que eu devo ter ficado uns bons 15 minutos com aquela ‘cara de paisagem’, olhando não para, mas través do meu amigo do tempo de faculdade. E aí desembestei.

“Quando eu tiver cinco... ou mesmo quatro anos de idade, é bem provável que eu ache os pulinhos que meu filhote de gato dá sobre uma folha de árvore são a coisa mais engraçada do mundo”. Eu nunca rira tanto, nem com meus 40 anos... Com cinco, porém... ou mesmo com quatro, vou ter a certeza de poder ficar ali, olhando o gato por horas. Porque, se tudo der certo, não vai haver tempo para se perder. Meu tempo com o gato vai ser meu único e meu melhor tempo.

“Nunca tive relação melhor com as pessoas do que quando passei 60 anos”. Com a maioria delas, eu acho. “Especialmente as mais difíceis. Interessante porque, naquela época, nenhuma frase me ofendia. Nada para mim era pessoal. Acho que eu sabia mais das pessoas e elas não me roubavam a tranquilidade. E como era bom não ter medo de ninguém, não se intimidar por ninguém. Eu queria mesmo era conversar sem interesse algum, mas não me fazia diferença alguma a opinião dos outros”. Engraçado isso.

Bom, aí eu fiz 33. Não me lembro bem, mas acho que foi ali que eu perdi a capacidade de dizer ‘não’ e isso me causou problemas. Até onde me lembro, eu costumava ter boa noção do que queria e, por isso, dizia não quando era preciso dizer. É estranho, mas o tempo passa, vamos ficando jovens e perdendo essa capacidade. Parece que tudo fica turvo. Meu papel no mundo, meus objetivos e minhas ambições... tudo isso fica atrás da cortina, ou melhor, a gente se confunde com os objetivos... dos outros. Aí fica difícil saber a quem seguir e por quem se deixar seguir.

E até meus 28, as coisas se mantinham naquela inércia natural da vida. A inércia resultante da tal falta de visão do futuro. Pensando bem, a ignorância pode ser uma dádiva e tudo parece que vai se manter como está. Mas não vai!

Porque naqueles 28 nasceu alguém. Não foi um susto, mas um evento desses vem carregado de expectativas, de medos, de muita emoção. Eu não sei bem porque, mas esse é o tipo de evento que faz a gente começar a olhar toda nossa vida de outra perspectiva. Foi a partir do nascimento que eu comecei a ver minha vida assim... de trás pra frente.

- Ei! Ô cara!! Tá maluco?? Ta viajando???

Todo amigo do tempo de faculdade tem uma paciência minúscula com a gente. É sempre assim. É isso que é legal nesse tipo de amigo. Eu não ouvi uma só palavra do que ele dizia e quando percebeu isso, me deu um chacoalhão! E a gente continuou ali... falando da turma, falando da Mega Sena, reclamando da profissão.

Já se vão 5 anos desde aquele nascimento e eu continuo olhando tudo às avessas... Pensando bem, criei minha autodefesa. Dói menos pensar no futuro quando, de alguma maneira, ele já passou. Aquele nascimento vai ficando para trás, cada vez mais distante, mas quando penso nele como o grande acontecimento por vir... dá menos saudade.

2010, aliás, foi sensacional!

Herois


Taí um livro que me foi muito bom.
Herois de Verdade, de Roberto Shinyashiki.

Auto-ajuda? Não... Não porque eu não me ajudei... ele me ajudou. Me fez pensar em alguns 'erros' que tenho cometido.

Eu nunca entendi direito esse termo 'auto-ajuda'! E também nunca entendi direito o preconceito que tanta gente tem contra o gênero.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Devaneio de amigo

Conversa de amigo (homem) é assim.
Em um momento de inspiração singular, um grande amigo escreveu a seguinte passagem (pérola)... embasada em absolutamente nada de concreto.

Até que enfim uma pessoa entendeu o meu processo de desenvolvimento pessoal! Eu sabia que após anos e anos de luta, alguém, algum dia e em algum lugar, me entenderia no âmago da minha essência! Sim, você soube resumir em poucas palavras tudo aquilo que amargura o interior de uma pequena criatura nesse cosmos imensamente vazio desta cidade de pedra e cimento cinza, triste, na qual as vidas cessam no escapamento de um ônibus, no catalizador de uma jamanta, embaixo de um Bridgestone carreca, nas mãos de um imprudente motorista, que saiu de casa as 4 da manhã, puto da vida porque levou um 'não esquece o casaco' da esposa, já acabada, de tanto sofrimento alheio, e que se conforta na Igreja Universal do Reino do Diabo, o mesmo que leva-nos as almas para o 'Limbo', hoje já inexistente....(por Michel Rochat)

domingo, 17 de maio de 2009

Inveja é utopia.

A inveja não existe. É utopia.
Como é possível aceitar a idéia de que o ódio, desgosto e descontentamento possam ser gerados pela simples felicidade ou pelo sucesso de outrem? Este conceito, puro e simplista assim, não pode existir por si só. Deve haver explicação plausível e mais profunda.
É da natureza humana amparar suas frustrações e suas incertezas no sucesso, nas conquistas e nas superações de quem se destaca. O sucesso alheio é a desculpa de quem não conseguiu tanto, e poucos venenos são tão mórbidos quanto as preocupações que desperdiçamos com o que outros têm ou fazem. Nossos objetivos deveriam se basear em nossas próprias necessidades e expectativas. E só nelas.
O perigo de concentrar todas as referências em umas poucas pessoas de sucesso é restringir um imenso universo de possibilidades e de aprendizado a um único ser. Aqui se percebe que o que se entende vagamente por inveja deixa de ter significado aparente quando se invade a mente e a diversidade da linguagem humana.
A verdade é que há poucos privilegiados no mundo. Entenda-se por privilégios aqui menos as dádivas materiais e financeiras e mais as conquistas intelectuais, o sucesso pessoal e profissional e, fundamentalmente, a paz de espírito. A impressão é de que para algumas poucas pessoas as coisas parecem acontecer mais que para a maioria. Há sempre o primeiro ímpeto de se distinguir estas pessoas das demais, conferindo a elas uma sucessão de acontecimentos naturais (e sobrenaturais) que, traduzidos em ‘sorte’, colocam suas conquistas no plano do intangível e no mundo dos privilegiados.
Inevitavelmente, todo feito locado nestas condições perde qualquer conotação de conquista para se tornar algo cujo esforço, a própria sorte se encarrega de eliminar. Se há sorte, não precisou de trabalho.
Contas bancárias cheias, altos cargos em empresas, bom desempenho e reconhecimento profissionais, a amizade e o carinho indiscriminado de muitos ou mesmo um curriculum vitae de destaque são elementos essenciais para pessoas que estão ávidas para justificar aquilo que ainda não conquistaram. O que é entendido por muitos como inveja, está mais enraizado na linguagem dos homens que muitas das crenças que arrastamos desde ainfância. É a saída menos dolorosa para a mente acreditar que determinadas conquistas são quase impossíveis e que há pessoas ‘predestinadas’ a elas. Não haveria, portanto, esforço suficiente no mundo capaz alcançá-lo, senão através da dádiva da predestinação.
Ninguém está negando que existe dom. Mas há uma forte relação entre estas capacidades ‘inerentes’ e a motivação obtida desde criança através de elogios e de incentivos. Quando de descobre, ainda criança, que ‘se é bom em alguma coisa’, a dedicação se torna imediata e o sucesso mais palpável. E para descobrir, alguém tem que elogiar e a criança deve entender para então se desenvolver.
É quase insuportável aceitar que escritores de sucesso perderam noites de sono tentando encontrar ‘inspiração’ para um livro. É estranho imaginar que um best-seller não foi construído com a alma da inspiração, mas sim com o suor de anos de dedicação.
Pessoas de sucesso tendem a dormir pouco. Não porque precisam descansar menos que os mortais, mas porque precisam de mais horas do seu dia para ter mais sucesso. E enquanto muitos procuram explicações para justificar a qualidade de um curriculum vitae melhor que o seu, os ‘poucos privilegiados’ continuam debruçados em suas próprias necessidades, trabalhando muito, dormindo pouco e ouvindo críticas.
A inveja, decididamente, não existe. Existe apenas a necessidade inconsciente de justificar limitações. O sucesso alheio se torna inacessível se é produto do acaso. E desobriga qualquer um de tentar. Aquilo que é tido por inveja, não passa de refúgio para quem ainda não entendeu que só é necessário começar.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A ética do nosso quintal

Ética. Nada mais atual para se discutir. O país vive um momento de consternação e de indignação generalizado. Todos nós temos algo a dizer ou para sugerir. É bem prático suspeitar das atitudes de quem está em evidência. Até mesmo em nosso mundo veterinário. Mas quanto disso é de responsabilidade de cada um de nós? Pior. Será que certas doenças éticas deste país, certos vícios de conduta não começam dentro de nossas clínicas?

A etimologia do termo ‘ética’ pode ge­rar confusão. Há quem diga que o verbete tenha seu correlato no latim morale (mo­ral) e que dele derive seu significado. O Dicionário Etimológico*, porém, diz que o termo é originário do grego ‘éthike’, e que este deu origem ao latim ‘ethica’. E explica que Ética é o estudo geral do que é bom ou mau, correto ou incorreto, justo ou injusto, adequado ou inadequado.

Entende-se que um dos objetivos da ética é buscar justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito. São coisas bem distintas. O direito tem limi­tações geográficas, pois cada país tem sua legislação. A moral pode delinear atitudes de pessoas que jamais se conhecerão, no mundo todo. E a ética move-se no mesmo sentido, mas com a finalidade de dar sen­tido às duas anteriores e, principalmente, trazendo-as para dentro de casa, do trabalho, enfim, tornando-as reais.

Por que então, ao mesmo tempo que nos preocupamos – com grande razão, aliás – com os limites morais de nossos políticos, não paramos para pensar em quais de nossas atitudes diárias estão realmente pautadas em princípios éticos? Deixemos de lado, desta vez, as questões financeiras e as de ordem legal que regem a medicina veterinária. Pen­semos em algo ainda mais simples.

Por exemplo: se há uma situação crôni­ca de desentendimento no trabalho, será que é correto levar isso ao chefe, “dando nome aos bois”? Pois o que parece paradoxal, anti­ético, é na verdade, a forma mais assertiva de resolver um problema de relacionamento profissional dentro da empresa, do hospital ou da clínica. Mesmo que isso custe o em­prego do colega. Isso é ser ético.
O problema é que ninguém o faz. E é aí que aparecem os casos de segregação, isolamento e o clima insuportável de que ‘tem alguém sobrando’. E o problema só aumenta, porque o líder não sabe de quem se trata e ninguém lhe dá subsídios para saber. Surgem as injustiças.

Ser ético é, antes de tudo, assumir uma postura pró-ativa e não ficar restrito apenas às tarefas que lhe foram dadas. Contribuir para o engrandecimento do tra­balho como um todo, independentemente de quem está fazendo menos que você. Esse é um dos melhores exemplos de boa postura profissional.

É a velha história dos países que já aprenderam com as próprias dificulda­des. A limpeza pública é dever do Estado, certo? Mas é obrigação de cada indivíduo não se limitar a não jogar lixo nas ruas. Isso é o princípio. Fazer algo mais é fis­calizar seu próprio mundo e não permitir que o vizinho o faça; abaixar-se para pe­gar o maço de cigarros que outra pessoa jogou na calçada, deixar de buzinar nas ruas, não deixar o carrinho de supermer­cado atrás de outro carro, por preguiça de tirá-lo do estacionamento ou simplemente deixar que a pessoa ao lado entre primeiro no elevador são atitudes que representam a prática da verdadeira ética do dia-a-dia, da ética que está ao nosso alcance, da ética que está em nosso quintal.
Grandes nações têm cidadãos que deixaram o assistencialismo do Estado de lado e fazem por merecer cada metro qua­drado em que pisam. Estas pessoas estão mais preocupadas com seus próprios erros que com os do Governo. E nós?

* Cunha, A.G. Dicionário etimológico Nova Fronteira da língua portuguesa., Ed. Nova Fronteira, 2ª edição, 1986, p.939.

segunda-feira, 23 de março de 2009

E-mail é um fim, não um meio!

Quantas discussões e quanto tempo jogando fora!

Ninguém pode negar que a comunicação e a própria globalização foram revoucionadas com o advento do e-mail. Rápido, fácil de usar, eficiente. Com ele, porém, aflorou-se uma das piores e mais veladas formas de conflitos interpessoais: aquela causada pelas falhas de linguagem, de comunicação e de compreensão.

Quem lê tem apenas e tão somente a sua forma de interpretar... baseada em suas expectativas, suas crenças, seus critérios e seu conhecimento. Quem escreveu, o fez baseado nos seus. O e-mail, portanto, é mais eficiente se for usado para emissão de fatos e formalização de processos. Emitir opiniões e debater pensamentos exigem o bom e velho olho-no-olho!

quarta-feira, 11 de março de 2009

Aos filhos...

Em um de meus (pretensiosos) textos, escrevi uma carta à minha filhota... logo em um dia em que ela passava por mim e pedia (implorava) para brincar e eu mergulhado no Leptop... atento a tantas coisas 'importantes'.
O texto gerou certo debate na diretoria, entre os colegas, por seu caráter um tanto pessoal. Depois de publicado, porém, recebi alguns telefonemas e e-mails agradecidos e elogiosos. Fiquei contente com o resultado.
Deixo aqui o link para o texto completo... quem tem filhos ou quer ter, pode ser uma idéia... Ao ler, faça um comentário qualquer sobre o tecido de tinta produzido.
http://www.odontovet.com/download/carta.pdf

segunda-feira, 9 de março de 2009

A saúde França-Brasil

Dos encontros com amigos nos fins de semana sempre surge assunto interessante e, não raro, até relevante. Não foi diferente neste e de um reencontro com amigos de infancia (da esposa, não meus), entre taça de vinho e de água, o debate acalorou quando as comparações entre o sistema de saúde brasileiro e o francês foram confrontados.

A amiga, franco-brasileira radicada na frança, médica e defensora fervorosa do sistema médico europeu rompeu em defesa da homogeneizada medicina naquele país como modelo incontestável da distribuição igualitária de atendimento a todos.

Não se pode refutar por completo sua visão. Casada com médico francês, ela vive este sistema há anos e, como geriatra, tem a nítida impressão de que realmente não há privilégios quando o assunto é saúde da população. Quando quesionada, foi incisiva ao dizer que Sarcozy é atendido pelo mesmo médico do mercador de trufas de Lalbenque!

A questão ali - e a opinião 'brasileira' - era a provável quase injustiça cometida contra o médico que se atualiza, que viaja o mundo em busca de congressos porque este, lá na França, ganha e ganhará sempre o mesmo que seu colega pouco afeito ao seu ofício e às suas tão desgastantes e necessárias atualizações.

Desta feita, aqui no Brasil - e deixando-se os ideiais anti-capitalistas um pouco de lado - oferece ao pofissional a chance de ter seu próprio consultório de onde poderá oferecer seu serviço ao preço que pagar todo seu conhecimento e seu investimento. Paralelamente aos valores de esmola pagos pelos planos de saúde, cada profissional pode, à sua maneira, oferecer e vender seu serviço.

Muitos, claro, não poderão pagar e aí está o cerne de toda a quastão... A elitização do bom atendimento médico é inevitável. mas há quem defenda a democratização do acesso elitista. Porque quem tem condições de pagar sente-se também injustiçado quando não tem acesso ao que há de melhor, mesmo que queira pagar muito.
Ao que parece, a questão volta sempre ao mesmo ponto. Os sistemas são muito diferentes e não podem ser comparados. À sua maneira, cada um tem diversos problemas e também suas vantagens. Teoricamente, o francês até poderia cruzar o país em busca do seu melhor cardiologista. Mas o fato é que, em tese, ele não precisa fazer isso. Aqui, quem pode pagar, não reluta em fazê-lo. E certamente terá sucesso porque o Brasil é reconhecidamente um grande produtor de excelência médica... mas de péssimos profissionais também.
Se aqui o sistema obriga famílias a esperar por atendimento em corredores de hospitais abarrotados, lá a homogeneização e a falta de estímulo aos profissionais acaba nivelando-os por baixo. Se aqui os profissionais não têm tempo nem dinheiro para se reciclar adequadamente, lá é o pouco estímulo à busca do novo que gera o problema.
Não existe melhor ou pior. Existe lá e existe aqui. E Sarcozy que se contente com o que tem. Será?